sábado, 16 de agosto de 2008

holandesa voadora

Eis aqui um belo exemplo de como uma mulher* pode compelir um homem a uma espécie de juízo, uma tranquila beatitude ou … como hei-de dizer … uma espécie de serenidade assassina.

Nunca mais me hão-de ver aqui a escrever “gaja” para designar uma mulher

não ter filho

“Estou indo para a Ribeira, para não ter filho de Antonin, nem de casado, nem de solteiro, para não danar a minha família”

pois foi exactamente isto que disse Dona Mariana a seu pai João Martinho numa história contada por quem sabe.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

fastio

Mas olha lá, pá, afinal de contas, porque é que sentes assim um desejo tão grande de matar a tua avó? -Sempre pão com manteiga, sempre pão com manteiga, disse ele.

equívoco



Já cá não está quem falou. Então a voz que gemia atrás da moita não era a da senhora mãe do Martim Francisco?
Mesmo assim não vejo qualquer razão para enjeitar uma tão promissora mentira.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

farmacêuticas

“…Até tenho pena do rapazinho e dos pais. Tinha olhos castanhos, era moreno, tinha a barba feita e estava muito calmo, nem me gritou nem nada.”
“…dá para ouvir a voz dele a mandar-me abrir as gavetas. Isso é que me arrepia.”
Tânia Pereirinha, citando duas técnicas de farmácia na revista Sábado (13 a 20 de Agosto).


Ai Tânia, Tânia. Com duas berlaitadas arranjaste lugar no meu coração.