Esse tal Korzeniowski de que nos falas e de que nunca ouvi falar deve ser polaco. Quando eu era mais jovem conheci uns rapazes de Katowice que à falta de saca-rolhas tinham talento para fazer saltar rolhas batendo garrafas de tinto com pancada seca em lancil do passeio. Korzeniowski era o apelido do mais talentoso desses rapazes nessa bela arte de abrir garrafas.
Acho que era isso.
Belos tempos, aqueles. Não é como agora em que apesar de ser bonito e mimoso, pareço ter nascido para ser capeado. Ao vivo e por meios electrónicos, não apenas por pombinhas que não chego a devassar carnalmente como até por outras que nem chego a conhecer pessoalmente. Para todas e de todas as formas possíveis, sou objecto de diversão. Não ser fisicamente assediado é o meu destino.
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PS: Com o melro que agora me disse estar em aprestos para voar da Catalunha para a Nova Zelândia ajustarei contas mais tarde porque agora vou-me a lençóis. Frios como o caralho.
PS: Com o melro que agora me disse estar em aprestos para voar da Catalunha para a Nova Zelândia ajustarei contas mais tarde porque agora vou-me a lençóis. Frios como o caralho.
