Ou seja, Macron quer a paz, mas apenas na condição de que “os aliados” (!) saiam vencedores. Até lá, os ucranianos que se matem para não oferecer à Rússia “total liberdade para continuar”. Isto é também o que os “influencers” dos OCS estão a dizer desde esta manhã.
Já aqui demonstrei com números (em 16 de agosto ) que além de não ter motivo é uma obvia impossibilidade militar que a Rússia venha a ser um “perigo para a segurança de todos nós”.
Esqueçamos por momentos o ridículo que vem alimentando os OCS com as historietas de drones feitos com peças de máquinas de lavar, a incapacidade tecnológica e a ruína eminente. Disse um desses “influencers” – e eu acredito - que um instituto escocês terá feito as contas à velocidade com que a Rússia avançou militarmente na ocupação das 4 províncias e concluiu que ao longo dos quase 4 anos que leva a guerra, a Rússia terá avançado à velocidade de um caracol.
Ninguém consegue ver alguma tensão no facto de um exército que avança a passo de caracol em províncias ucranianas de maioria russa poder constituir-se como ameaça à segurança de um qualquer país da OTAN?
Se tal coisa for possível, de uma vez por todas parem de gastar dinheiro com ela.
Se tal coisa for possível, de uma vez por todas parem de gastar dinheiro com ela.
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