terça-feira, 8 de março de 2016

grunhos que nas suas divertidas cóleras me deixam em maçadas



Eu que até sou cliente dos livrinhos do pingo doce - estou em condições de recomendar, por exemplo, “Longe do mar”, de Paulo Moura - e até estava particularmente interessado no de Henrique Raposo, com esta bernarda toda ainda vou dar com o nariz no arame do escaparate. Com aquele grunho do não-sei-quê-lara deu no que deu; o cabotino fez ressoar a mercê, encheu a mula, foi a nobel e tudo.




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