segunda-feira, 11 de abril de 2016

a saltar do príncipe rechonchudo para a ciência em estado puro





















Estava vai não vai para não me ficar atrás nessa coisa de também dizer qualquer coisa acerca do príncipe rechonchudo andar a prometer pancada a duas almas que o apoquentavam, mas enfadei-me antes de começar. O príncipe bateu com a porta e é lamentável. Lamentável porque é mais um sinal da glória e esplendor dos maníaco-depressivos da higiene linguística e lamentável porque sai de palco um promissor parodiante; repare-se que a criatura elegeu como futuras vítimas das suas trauliteiras ameaças um sujeito que escapou a um AVC e um cavalheiro de alguma idade que se apoia na mulher para dar uns passos. A juntar a estes lamentos, há a somar a falta de inspiração dos indiciados na pancada; o primeiro podia ter pedido que dissessem ao rapazola que não necessitava ir a tanto. Chegava-lhe que soprasse na sua direção. O segundo – autor do batismo da geringonça, não nos esqueçamos… - pode estar fisicamente pouco viçoso, mas continua fresco de cabeça. E dizer que tinha ficado perplexo com o facto de sua excelência, o príncipe, ter dado por ele entre os seus súbditos, faria bem maior justiça à sua corrosiva lucidez.

Desta deprimente paisagem só me ocorre a possibilidade de nos defendermos apoiados nas conclusões da experiência científica de Marcos Alberti.

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