terça-feira, 4 de outubro de 2016

p. 144 (notas de leitura)

Onde virei duas páginas a dar revelação de que José Luís Arnaut - para o caso de alguém ainda se recordar de quem seja ou tenha sido -, “nunca foi totalmente sincero nem confiável.”
Onde realmente houve novidade de alguma monta –nesta coisa de tirar retrato de quem nos governa – foi algumas páginas depois, na figura que no livro lhe sucede. Fiquei a cismar de tal maneira que dei salto.
Voltarei. À semelhança do que me sucede com o trampolineiro, ainda me vem à cabeça nalgum espanto.

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