quarta-feira, 21 de junho de 2017

ordenamento do território - adenda

Este texto foi escrito de sábado para domingo, em simultâneo com as primeiras notícias acerca da “catástrofe natural”. Hoje disseram-me que na segunda-feira já houve o tal “prós e contras”. Não vi e ainda não sei se o programinha que eu pago na fatura da energia elétrica tinha vozes do “prós” e vozes do “contra”. Aposto que sim. E isso, como é bem de ver, configura um esforço que tenta amenizar os cinco euros mensais da assinatura que não fiz do serviço. A gratidão é algo a que tenho de me obrigar
 Os debates e artigos acerca da “tragédia” sucedem-se. As negociatas murmuram-se de permeio (400 milhões de euros para pagar o quê? Cheira-me a submarino. Num qualquer país civilizado quem sabe se não haverá acusados na qualidade de corruptores. Por aqui, quem foi às "compras" com dinheiro alheio sumir-se-á em fumos espessos. Tem sido assim, sempre assim).
Tenho a impressão de que a seleção jogou hoje. Um colega acompanhava os trabalhos com jogadores em full screen. Ainda não sei o resultado. O que é certo é que mais dia, menos dia vai chover.

Numa imensa tristeza, no receio mórbido de ver confirmadas à linha todas as minhas certezas, continuo a pensar que toda aquela gente morreu em vão. Com muitos beijinhos e “afetos”. Sem piedade ou dó sincero.

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