quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

“ Em plena Praça dos Restauradores, o visconde de Pedralva deu umas bengaladas na cabeça de João Terenas Júnior, que, para se defender, apontou uma pistola à cara do visconde – que, por sua vez, correu a apresentar queixa do adversário por andar armado sem ter licença. Terenas foi chamado ao Governo Civil, onde apareceu com a cabeça ligada. Era uma história longa, a dos dois homens. Tão longa que nesse ano João Terenas Júnior escreveu o livro ‘Eu  e o Visconde de Pedralva ou a História Documentada de Dois Duelos Fantásticos’, no qual não há referência a qualquer duelo.”

Ricardo Marques, 1914 - Portugal no ano da grande guerra, oficina do livro, 2014, pág. 210

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