É muito possível que já esteja esquecido o episódio em que a criatura anavalhou quem o precedeu no partido. Mas não deixa ninguém esquecer o seu mau-caráter.
Por altura do 5 de outubro - ocasião em que por tradição os presidentes da câmara de Lisboa são investidos da muito discutível obrigação de falar ao país -, ao comentar o discurso de quem o sucedeu em tais funções, achou-se no dever de lembrar que ele era “só o presidente da câmara”, pelo que Carlos Moedas deveria estender a sua oratória apenas até aos limites do concelho.
Mais uma vez a convite dos srs. Jornalistas - agora a pretexto de Cotrim de Figueiredo e do seu afastamento da direção da IL-, achou oportuno enxovalhar verbalmente um partido.
O doutor costa acha que a luta política é compatível com a sua ordinária boçalidade.
Já sabíamos.
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