Portanto, entende o novel “governador” do “banco de portugal” que os governadores devem ficar caladinhos sempre que os governantes (que os nomeiam) procedem do modo que muito bem entendem em relação a essa mesma instituição. No fundo, que procedam como testas de ferro de uma organização mafiosa.
Percebe-se que tenha feito currículo dessa maneira de entender as “instituições” e percebe-se que um zé colmeia exija governá-las. Todas as prebendas de um ofício em que só se lhe exige que faça de morto.
É certamente por isso que, quando as coisas correm menos bem, a “instituição”, pela voz do morto, não saiba, não tenha competências ou poderes, ou não possa. E é precisamente por todas essas razões que venho defendendo a extinção de uma “instituição” manifestamente inútil – para mais, num país sem soberania financeira -, e que, para além de oferecer a reforma dourada dos que “calhem” ser escolhidos para “governadores” – pelos governantes…- constitui uma despesa que roça a extravagância tão perdulária e inútil quanto a da presidência da república.
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