Este cavalheiro, embora se descreva como “psicólogo social” ou assim, tem muito boa idade para ter juízo. Ainda assim tomou a decisão de colar-se ao chão de um museu da Porsche – VW. Imediatamente depois de o ter feito, a direção decidiu encerrar o edifício.
Muito certamente sensibilizada com a causa do manifestante, também decidiu desligar a energia elétrica e o aquecimento, factos de que o ambientalista se lamenta ao longo do seu protesto. Lamenta também que a pizza que havia encomendado para a bucha através da Uber eats, nunca lhe tenha chegado (4.00 m). Entretanto, ao fim de 26 horas (4.26 m. ) declara-se em greve da fome.
Lamenta também que lhe tenha sido negada assistência médica (4.04 m.), já que ao fim de 24 horas colado ao chão teria tido uma experiência muito dolorosa durante a noite: sentia a mão muito fria e inchada, além de de ter necessitado de se levantar de duas em duas horas.
Ao fim de três pedidos, um médico terá ido vê-lo e a quem terá declarado que a sua ação o estaria a colocar em perigo de vida (5.15 m).
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(o título da publicação não é inteiramente rigoroso: o cavalheiro fala de um museu, não de um concessionário da VW)
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