Uma pessoa olha e ouve aquela gente, rufias, flausinas, galambas, aquela coisa da habitação, a outra da agricultura, a que chora… e põe-se a pensar que tudo aquilo faz lembrar o estertor do Estado Novo.
Marcelo Caetano era um homem inteligente e consigo imaginar a angústia que teria sentido ao perceber que os mais capazes já não queriam estar associados àquilo e delicadamente se escusavam de aceitar convites para presidir aos ministérios.
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