E quando fala do presidente da república na terceira pessoa não é por ter perdido a noção do ridículo porque não se pode perder o que nunca se teve. Pode mesmo ter-se esquecido que é ele o presidente. E, por consequência, não se vê no dever de se demitir.
Chega a achar graça à pergunta. Que é realmente cómica.
Mas será que o cavalheiro acha mesmo que uma simples pergunta não era o suficiente para pôr toda aquela gentalha a fazer tudo para lhe agradar?
Evidentemente, não é o único culpado.
Aliás, todos os xenófobos e praticantes do discurso de ódio são culpados de os haverem escolhido na altura certa.
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