“Camilo para o José de Azevedo, mostrando-lhe o filho, que já estava no primeiro período de loucura: - Veja esse desgraçado... Era um rapaz inteligente... E depois duma pausa dolorosa: - E tudo isto porquê, sobrinho? Por ter lido as obras do Teófilo Braga.”
Raul Brandão, "Memórias", Relógio d'Água, 2018, p.150
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