sábado, 24 de setembro de 2016

p. 48 (notas de leitura)

Saraiva pergunta-se se António Costa acreditaria mesmo na inocência de José Sócrates: “Fazia algum sentido ele comparar a situação de Sócrates à das pessoas ‘escutadas’ no tempo da ditadura? Acharia ele que Sócrates era um perseguido político? Se achava, tudo fazia sentido. Mas se não achava, tudo isto era um exercício de cinismo. Uma encenação.”

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