quinta-feira, 21 de setembro de 2023

não fui eu

 










O estado português, nós todos, vamos ser julgados por conta de uma pulhice deste mamífero.
Não fui eu quem despediu uma pessoa “com justa causa” e pelas televisões. Tanto quanto sabemos, foi ele e apenas ele que o fez para expeditamente se ver livre de um aborrecimento político.
Porque havemos nós todos de ser julgados por uma falta que é só dele?
Eu não percebo nada desta coisa das leis, mas não devia o advogado da senhora ser liminarmente informado de que a acção que intenta contra o estado português deve ser dirigida contra o autor da ofensa e prejuízo?

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