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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

ainda acerca dos encontros de paris

Macron é uma criatura patética que gosta de usar sapatos de tacão alto e essa é a única razão porque “convocou” os “principais líderes europeus”. Alegadamente para “discutir a invasão da Ucrânia pela Rússia e reforçar a sua posição comum no âmbito do processo de paz”.
Não compreendo como é que os “principais líderes” do quer que seja aceitam ser “convocados” por um pateta para debater um assunto de que nunca foram parte. Senão para participarem nas despesas.
Porque é que não pedem ao sr. mark rutte que agende uma reunião da OTAN, só para ver se o patrão deixa?
Será que nunca vão compreender?
E aproveitando a falta de convite, em vez de ficarem amofinados, porque é que os “líderes menos importantes” não aproveitam para se rasparem de mais despesas com um assunto em que têm tudo a perder e nada a ganhar?



sexta-feira, 8 de julho de 2022

a otan e a união europeia

A 5 de maio de 2021, num fórum que subscrevo foi feita uma pergunta dirigida aos cidadãos da União Europeia: 

"Would you support the entrance of Ukraine (of course after the reforms and decreasing of corruption) into the EU/NATO, and why?"

Ao que respondi:

Yes, without any doubt as far as the EU is concerned.

In what concerns NATO, I do not agree, it is an unfair provocation to the Russian Federation. The EU should not favor any external tensions-generating policies that do not even favor its own interests.

In addition, NATO is a geopolitically outdated institution, designed to deal with the "cold war" scenario and which currently does not serve European interests. In that regard - in matters of defense and foreign policy -, EU should aim for its own solutions, disfavoring those composed of exogenous parts.

Infelizmente, nem um ano depois, a história deu-me razão no que diz respeito ao efeito das tensões alimentadas pela administração americana e pelo caniche inglês. E continuo a pensar algo que já deve ser razoavelmente obvio para um grande número de pessoas: a NATO não serve interesses europeus e a UE devia urgentemente adotar soluções próprias no que diz respeito a defesa e política externa. E evidentemente, mudei de ideias no que diz respeito à adesão da Ucrânia na UE: só muito a longo prazo poderá vir eventualmente a reunir condições para tal.