A gelatinosa criatura que nos “preside” deu agora de dizer que "[a] autonomia foi uma conquista dos açorianos, tal como dos madeirenses, não foi uma condescendente benesse de ninguém."
Não foi. Foi a consequência direta do “processo revolucionário em curso” (PREC). Confrontadas com o assalto ao poder por parte do PCP, as elites locais deram origem a movimentos independentistas e foram posteriormente apaziguadas com as “autonomias” de que agora fazem modo de vida.
Os senhores jornalistas acrescentam que a mencionada porcaria lembrou que a unidade nacional "só é plena, porque os Açores e a Madeira são regiões autónomas".
Os senhores jornalistas agora tomam notas. Não fazem perguntas. E por consequência não vamos ficar a saber como é que esta extraordinária criatura a quem os portugueses confiaram a garantia da "unidade do Estado” chega à conclusão que essa unidade “só é plena" com as “regiões autónomas”. É que a mim parece-me uma ideia assim a dar para o manco. Para não dizer que é uma valente filhadaputice usada para mascarar o óbvio.
A miserável criatura acha que o alboroque é farelo e propõe-se oferecer os préstimos do contribuinte. Os insulares cleptocratas já reclamam partidos regionais.
Já aqui disse para que servem as autonomias.

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