terça-feira, 23 de agosto de 2022

do sebo das criaturas que nos representam no funeral do bandido


O banhista e o rapazote do cravinho - agora na qualidade de ministro dos negócios estrangeiros -, vão ou foram ao enterro daquele que é talvez o maior culpado da mais absoluta indigência de um povo que não nos deveria ser tão indiferente.

Com um insuperável cinismo, os sucessivos governos portugueses foram cúmplices ativos desta cleptocracia que nunca hesitou e nunca perdeu uma oportunidade para nos cuspir em cima e de ser cúmplice com quem nos roubou através de um banco cujos prejuízos continuam a ser faturados ao contribuinte.

Estes bandalhos que nos representam, em castigo de os termos eleito, vão agora homenagear o bandido na sua última morada. Em modo de bênção para mais uma vitória do MPLA.


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