O banhista e o rapazote do cravinho - agora na qualidade de
ministro dos negócios estrangeiros -, vão ou foram ao enterro daquele que é talvez
o maior culpado da mais absoluta indigência de um povo que não nos deveria ser tão
indiferente.
Com um insuperável cinismo, os sucessivos governos portugueses
foram cúmplices ativos desta cleptocracia que nunca hesitou e nunca perdeu uma
oportunidade para nos cuspir em cima e de ser cúmplice com quem nos roubou
através de um banco cujos prejuízos continuam a ser faturados ao contribuinte.
Estes bandalhos que nos representam, em castigo de os termos
eleito, vão agora homenagear o bandido na sua última morada. Em modo de bênção para
mais uma vitória do MPLA.

