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terça-feira, 23 de agosto de 2022

do sebo das criaturas que nos representam no funeral do bandido


O banhista e o rapazote do cravinho - agora na qualidade de ministro dos negócios estrangeiros -, vão ou foram ao enterro daquele que é talvez o maior culpado da mais absoluta indigência de um povo que não nos deveria ser tão indiferente.

Com um insuperável cinismo, os sucessivos governos portugueses foram cúmplices ativos desta cleptocracia que nunca hesitou e nunca perdeu uma oportunidade para nos cuspir em cima e de ser cúmplice com quem nos roubou através de um banco cujos prejuízos continuam a ser faturados ao contribuinte.

Estes bandalhos que nos representam, em castigo de os termos eleito, vão agora homenagear o bandido na sua última morada. Em modo de bênção para mais uma vitória do MPLA.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

helicóptero da sic

"Antes dos Luanda  Leaks, a cleptocracia angolana não existia. Depois dos Luanda Leaks já só queremos ver Ana Gomes em Belém."

João Pereira Coutinho, Correio da Manhã,  24/01/2020

















foto: REUTERS

     
O Senhor Teixeira - que, na boa, levava com telemóveis na cabeça sempre que o 44 ficava arreliado com alguma conta - e demais elites financeiras indígenas, classificaram a pátria na glória de ser a servil lavandaria do movimento popular para a libertação de angola (um consórcio de malfeitores mais conhecido pelo seu acrónimo).

A SIC faz parte do "consórcio" que informou o indígena, completamente alheio ao que se passava com a dona Isabel. Não fosse a SIC e o Expresso do "consórcio". E o Sr. Paulo aqui da churrascaria muito antes do "consórcio", sejamos justos. Agora dos Panamá Leaks é que o "consórcio" não está numa de dar notícias. Faz agora já nem sei quantos anos. Talvez qualquer dia. Um gajo nunca sabe as voltas que o mundo dá aqui pela lavandaria do Sr. Teixeira.