sexta-feira, 17 de maio de 2024

suponhamos que os conflitos modernos ainda são resolvidos com caças e porta-aviões...

Como não sou o rogeiro - e não arrumava as roupinhas do "action-man" em caixas de sapatos como o rogeiro fazia e se calhar ainda faz...-, vejo-me compelido a declarar que não sei nada dessas coisas da guerra.
Sei contudo o que é quase impossível não saber: que o F35 é o pior avião militar alguma vez concebido, o maior flop da indústria aeronáutica e há imensas anedotas a propósito da sua "invisibilidade".
Quem duvide experimente fazer por aqui uma busca rápida com "F35". A busca até pode incidir apenas sobre as fontes mais insuspeitas e as mais especializadas. O resultado é sempre o mesmo. 
Julgo saber também que os países mais prósperos da UE estão a atravancar os seus arsenais com este flop. O anúncio do negócio doméstico é simultâneo ao da Dinamarca, por exemplo (Portugal tem estado a vender à Roménia os seus F16, com vários upgrades e ainda excelentes apesar da idade...)
As sucessivas administrações americanas têm vindo a sujeitar o povo americano aos interesses de três indústrias: a indústria alimentar, a indústria farmacêutica e a indústria do armamento. A primeira tornou-o um povo vítima de obesidade mórbida preponderante. A segunda tornou-o vítima de uma monstruosa epidemia de opiáceos. E a última de uma sucessão de massacres sem fim aparente.
Pela diplomacia e através da expansão da OTAN, que levou ao actual conflito no espaço europeu, sujeita-nos agora aos interesses desta última.
A notícia da cativação de cinco mil milhões dos nossos impostos por parte dos interesses dessa indústria americana é acolhida como facto consumado e na mais absoluta indiferença.
Será que as políticas de defesa - das quais deriva a arrojada conclusão de que "a nossa soberania do espaço aéreo" fica comprometida sem esta aquisição - é um assunto exclusivo dos militares?

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