O autor vai agora (1997) para uma almoçarada com o príncipe na moradia que a Câmara de Lisboa tem para seu uso em Monsanto.
João Soares diz que Jorge Sampaio, seu antecessor de folguedos,
“odiava resolver problemas, tendo como frase preferida: ‘O que é preciso é manter a bola a bater.’ Ou seja: resolver os problemas era secundário, o importante era ir empatando o jogo (e o tempo)”
Saraiva, em vários momentos – com Guterres que não diz coisas dissemelhantes -, diz que Sampaio é
“redondo”.
Ora:
“redondo”,
“bola”, confere. O meu pai chamava-lhe “o Jiló” (ao Sampaio).
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João Soares aparece aqui fundamentalmente para dirigir um palavrão a um personagem não identificado e anunciar que o marquês está lá fora;
“O partido socialista não pode parecer-se com uma monarquia…”, terá respondido quando Saraiva sugeriu que um dia seria líder do partido socialista.