Há uma portentosa diferença nas dívidas contraídas pelo fontismo na monarquia constitucional e as dívidas contraídas pela terceira república: as primeiras são consequência do que era necessário fazer. As últimas são consequência do que vamos ouvindo em sucessivas escutas forenses. E as que temos, no acaso de as ouvir-mos, são depreciativamente descritas como fluindo à maneira de um “esgoto a céu aberto”.
Para essa canalha que faz o clima de opinião não me sobram quaisquer dúvidas que se sentiria mais confortável se a imundice fluísse em manilha fechada.
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