sexta-feira, 6 de outubro de 2023

macaco apanhado pela polícia a beber cerveja na via pública

Bem sei que não quereis saber, mas o estado - nós todos, é preciso estar sempre a lembrar-vos- está falido. Não obstante o que por aí corre, que está recheado do guito de colheita gorda de impostos. 

A colheita é realmente gorda, nunca foi tão gorda "desde que se vive em democracia", aliás. Mas é todo para pagar ao homem do talho, as prestações da casa, do carro, da farmácia e, sobretudo, os insustentáveis calotes contraídos pelos sucessivos governos na compra dos votos de "nós todos".
Caros, mui dispendiosos "nós todos": lá pelas "legislativas" acenar-vos-ão com umas bifanas. Não vale a pena anteciparem saliva para nada de mais gordo. E mesmo isso apenas para que os do costume garantam a continuidade nos lugarzinhos "onde se toca mais na chicha". Farão jejum pelas "europeias" porque essas não contam por aí além no que à "chicha" diz respeito.

Entretanto, médicos, professores, enfermeiros, agentes de segurança, oficias de justiça, - enfim, todos quantos asseguram as funções mais elementares e mais ou menos geradoras de consensos no que diz respeito às prioridades de um estado moderno -, já estão devidamente proletarizados por conta de "nós todos”. E andam naturalmente aborrecidos com o que de "nós todos" lhes chega às mãos. Depois de pagos os juros e a "chicha" dos que gravitam em torno dos eleitos.

A rapaziada mais nova, quando alheia às jotas - umas formiguinhas entre cigarras que não se dão à fadiga de ir pôr voto - já começou a perceber que as suas vidas serão inevitavelmente mais pobres do que as dos cotas. Sem "bens materiais e vida boa" ou cargos "com potencial". O "nós todos" já não consegue inventar mais "cartões jovens" e não tem mais nada para lhes oferecer além do Espaço Schengen.
 
Reparem, não é por maldade do doutor costa, ele é bonzinho. E se ele até tem uma ideia para "a Europa" - a modos que um supermercado onde cada um vai buscar o que necessita, se percebi bem… - não há nada que o impossibilite de ter uma ideia para o país que governa. Quem sabe até, umas reformas de deixar um homem de boca à banda.

Ah, quase me esquecia: algures nos Estados Unidos, a polícia surpreendeu um macaco a beber cerveja em plena via pública, coisa que é expressamente proibida para aqueles lados. E não, não foi na ópera que o surpreenderam bêbado.
Quanto ao resto, já se sabe que não venho aqui para vos fazer acreditar em nada, nem vossas senhorias aqui vêm para outra coisa que não seja confirmar aquilo em que já acreditam.
Ou então por engano.
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