O ministério da educação ainda não foi capaz de parir o registo da tal criança que foi vitima de selvajaria por parte dos seus coleguinhas racistas e xenófobos (sic) de nove anos. Em conformidade com a denuncia de uma senhora que foi amplamente difundida pelas televisões e demais comunicação social.
Ainda me lembro de um tempo em que o jornalismo tinha um código de conduta que impunha a confirmação de tudo o que noticiava e de maneira nenhuma acolhia denuncias sem ter o cuidado de investigar e confirmar os factos.
Iria jurar que os jornalistas parecem ter sido substituídos por incendiários muito ansiosos por ilustrar as suas teorias acerca da sociedade portuguesa e legitimar assim o modo como a descrevem.
Quando se enganavam, os jornalistas retratavam-se dos erros. Esta gentalha que agora os substitui foge em frente.
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