terça-feira, 27 de setembro de 2016

p. 122 (notas de leitura)

Durante um almoço no Hotel Flórida, Medina Carreira arroja “…ser capaz de fazer em 10 dias um plano para salvar o país. Estamos em pleno período socrático [2009] e, já sentados à mesa, pergunto-lhe: ’Mas esse plano é exequível politicamente?’ ‘Bom, era preciso o Presidente da República interromper a democracia, como disse a Manuela Ferreira Leite’”
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De onde uma inocente graçola é transformada por um bom cómico em exemplo de “indiscrição sexual”:

Trata-se de um cu.

Já agora, o Ricardo Araújo Pereira podia ter acrescentado que o cu era o do então Ministro das Finanças, Henrique Medina Carreira. E se tivesse lido o livro, para maior efeito, até podia acrescentar um robusto sargento da Guarda Fiscal nas proximidades do ministerial cu.

Mas nessas circunstâncias o tal sargento também era enfermeiro, aprestava-se para ministrar uma injeção, e isso iria dar cabo da graçola-exemplo de “devassa da intimidade alheia”.

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