O que Olaf Scholz declarou hoje - que "recusava" um certificado qualquer -, seja o que for, ou é nada ou será revertido logo que as coisas arrefeçam um pouco. Outra coisa qualquer seria haraquíri político.
Reconhecimento da “República” de Donetzk (DNR) e da “República” de Luhansk (LNR) por parte do Conselho de Segurança da Federação Russa
É um “agarrem-me senão mato-o” muito equivalente ao de Scholz. Por uma bravata, Putin troca a autoridade moral que tinha sobre o ocidente no que se refere ao respeito pelo direito internacional. Não obstante as aldrabices que agora se vão dizendo, a Federação Russa nunca reconheceu a Transnístria a Ossétia do Sul, Nagorno-Karabakh ou a Abecásia. Ao contrário dos “aliados” que agora enchem a boca com o “direito internacional”, mas reconheceram “autodeterminações” ao sabor das suas conveniências e à revelia desse mesmo direito. Como a “República” Chipre do Norte ou a “República” do Kosovo – esta última formalmente reconhecida pelo senhor Luís Amado, camarada de partido do senhor Augusto, banqueiro, chairman da EDP e coisas assim. A nossa vizinha Espanha não reconheceu. Não quer nada com isso de “independentistas”… Isto para nos ficarmos apenas por exemplos que ficam aqui por perto.
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