A acreditar nestas criaturas, os candidatos à compra já se esgadanham uns aos outros na tentativa de comprarem o saco do pai natal. Que embora dele já não conste a discreta esposa do doutor medina assim como a senhora despedida com “justa causa”, ainda é promessa de prosperidade em lucros. De tal modo que o doutor medina se sente compelido a pôr ordem nestes oportunistas: para além de inúmeras imposições em caderno de encargos – “a nossa bandeira” e assim -, o nosso porcino ministro exige que a invicta cidade do Porto fique no coração dos novos donos da empresa, coisa que os gestores públicos sempre tiveram como prioridade, como é do conhecimento de todos.
Há uma coisa irritante em toda esta história: a insinuação, a quase explicita afirmação de que o doutor costa foi coagido a reverter a privatização da tap para a salvar “da covid”.
Não, não foi. O doutor costa apenas apanhou com “a covid” depois de haver revertido a privatização da tap, em grande pompa e em pessoa, naquele que terá sido um dos seus primeiros actos de gestão depois de haver perdido as eleições por poucochinho.
Mas adormeçam os contribuintes na santa paz dos justos: o dinheiro que enfiaram na “nossa bandeira” ser-lhes-á todo devolvido com enormes juros. O “novo banco” já lá vai. O luminoso futuro é já ali.
Não, não foi. O doutor costa apenas apanhou com “a covid” depois de haver revertido a privatização da tap, em grande pompa e em pessoa, naquele que terá sido um dos seus primeiros actos de gestão depois de haver perdido as eleições por poucochinho.
Mas adormeçam os contribuintes na santa paz dos justos: o dinheiro que enfiaram na “nossa bandeira” ser-lhes-á todo devolvido com enormes juros. O “novo banco” já lá vai. O luminoso futuro é já ali.

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