A paródia do sr. trump, ao alegar que a Dinamarca reforçou a defesa da Gronelândia com um trenó, é uma caricatura francamente exagerada.
Na realidade, a senhora primeira ministra do reino, Mette Fredericksen, ainda em outubro do ano transacto reforçou a frota de caças F 35A para um total de 43 unidades.
Por causa dos russos.
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terça-feira, 6 de janeiro de 2026
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
todos a lembrarem-me vagamente os últimos dias do sr. presidente do conselho
Surpreende-me que, pelo menos desde Biden e os episódios que protagonizou nos seus últimos anos de presidência – com a obvia necessidade de o orientar espacialmente, com as evidências de quase total colapso de funções cognitivas - se continue a acreditar que o ocasional ocupante da casa branca tenha funções que possam ser mais que figurativas. Espantou-me então ver as esquerdas a esforçarem-se para nos fazerem crer que não viam sinais de demência do “seu” candidato. E espanta-me agora a defesa incondicional que a direita faz do “seu” presidente, como se fossem realmente actores da política externa da administração americana.
Serão quando muito um “estilo” de que se gosta ou desgosta. E a exibição de afectos por “democratas” ou “republicanos” não pode ser mais tonta: como ouvi a um analista político da RPC, na China o partido é sempre o mesmo, ao contrário das políticas que podem mudar. Na democracia americana os partidos podem mudar, mas as políticas são sempre as mesmas.
A certa altura, a pretexto do que pareciam ser os humores do sr. trump relativamente aos seus vizinhos mais próximos e do estatuto da Gronelândia, chamei aqui a atenção para um pequeno livro* de Brzezinski que vem sendo guião e epítome da política externa das administrações americanas desde Jimmy Carter.
Os senhores analistas e comentadores políticos fariam bem em dar-lhe uma olhada.
Serão quando muito um “estilo” de que se gosta ou desgosta. E a exibição de afectos por “democratas” ou “republicanos” não pode ser mais tonta: como ouvi a um analista político da RPC, na China o partido é sempre o mesmo, ao contrário das políticas que podem mudar. Na democracia americana os partidos podem mudar, mas as políticas são sempre as mesmas.
A certa altura, a pretexto do que pareciam ser os humores do sr. trump relativamente aos seus vizinhos mais próximos e do estatuto da Gronelândia, chamei aqui a atenção para um pequeno livro* de Brzezinski que vem sendo guião e epítome da política externa das administrações americanas desde Jimmy Carter.
Os senhores analistas e comentadores políticos fariam bem em dar-lhe uma olhada.
Como já disse, é pequenino. Mas sobretudo, parem de discorrer acerca de figurantes. É enfadonho.
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*- Zbigniew Brzezinski ,“Strategic Vision – America and the crisis of global power”, Basic Books , 2012
*- Zbigniew Brzezinski ,“Strategic Vision – America and the crisis of global power”, Basic Books , 2012
segunda-feira, 28 de julho de 2025
embaixada dos vencidos
Depois de viajarem à China nos acatos da administração americana - no que respeita a políticas económicas e externas - os embaixadores não eleitos da UE regressaram com o rabinho entre as pernas e foram mendigar a submissão absoluta ao "papá".
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"papá, conseguimos!"
Entre uma superpotência em vias de ser hegemónica que nunca impôs guerras a ninguém ou interferiu na política interna e um país com uma dívida de 36 triliões de dólares, quem é que estes estafermos não eleitos para representar a UE escolheram? Exactamente: escolheram o "papá"!
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quarta-feira, 25 de junho de 2025
maus tratos do patrão
Fica agora à vista que esse desgraçado lacaio não deve ter serventia pela porta da frente e quando for hora de lhe dar palha deve apontar-se-lhe a mesa da cozinha. Que miserável figura..
Ah, quase me esquecia: Parabéns, dr. montenegro! Deu luta, hem?
Ah, quase me esquecia: Parabéns, dr. montenegro! Deu luta, hem?
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025
títulos de um gajo ficar a modos que
segunda-feira, 4 de novembro de 2024
declaração de voto
A celebrar coisa que não é assunto para mais ninguém, fiquei por algum tempo sem o meu ópio de noticiários. De regresso - a dar no vício com ainda maior intensidade como é próprio das abstinências-, vou de concluir que a nação vive o drama das eleições presidenciais americanas.
Ao que percebi aqui pelos noticiários pátrios, tenho que decidir por um dos dois males em confronto: ou pelo fim da guerra aqui por perto, na Ucrânia, ou pelo fim da guerra no médio oriente que fica um pouco mais longe. Confrontado com este cenário deprimente - e não querendo "ficar em cima do muro"-, acho que me inclino pelo fim da guerra aqui mais por perto.
Os senhores jornalistas não me levem a mal nesta minha preferência pelo fim da guerra mais próxima. Tenham paciência, os senhores façam como quiserem, mas o meu voto vai para o Trump com mãos pequerruchas.
Ao que percebi aqui pelos noticiários pátrios, tenho que decidir por um dos dois males em confronto: ou pelo fim da guerra aqui por perto, na Ucrânia, ou pelo fim da guerra no médio oriente que fica um pouco mais longe. Confrontado com este cenário deprimente - e não querendo "ficar em cima do muro"-, acho que me inclino pelo fim da guerra aqui mais por perto.
Os senhores jornalistas não me levem a mal nesta minha preferência pelo fim da guerra mais próxima. Tenham paciência, os senhores façam como quiserem, mas o meu voto vai para o Trump com mãos pequerruchas.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
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