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quinta-feira, 17 de novembro de 2022

helicóptero da sic

Está inchado, mas ainda com genica para uma perninha na defesa dos chefes.

"Jornalismo" em todo o seu esplendor...



hoje, logo pela manhã, fui novamente banhado pelo "jornalismo"/"influencer

Os braços armados do bloco subestimam o efeito boomerang nas estratégias de comunicação. Vamos a ver quantas manas Mortágua vão sobrar na próxima ida a banhos...

domingo, 22 de maio de 2022

helicóptero da sic

Já há alguns dias vem sendo afirmado sem qualquer contraditório que a Federação Russa é responsável por uma crise humanitária global ao impedir movimentos marítimos a partir dos portos ucranianos, desta maneira impedindo a exportação de cereais e fertilizantes.
Como o jornalismo ocidental não faz o que deontologicamente estaria obrigado a fazer, reproduzo aqui o que as autoridades russas dizem acerca do assunto:

“…75 navios estrangeiros de 17 países permanecem bloqueados em 7 portos ucranianos (Kherson, Nikolaev, Chernomorsk, Ochakov, Odessa, Yuzhniy e Mariupol). A ameaça por parte das autoridades de Kiev de bombardeamentos e minas nas suas águas territoriais impede que os navios deixem os portos com segurança e cheguem a mar aberto.
…, a Federação Russa abre diariamente das 08:00 às 19:00 (hora de Moscovo) um corredor humanitário, que é uma via segura a sudoeste das águas territoriais da Ucrânia, com 80 milhas náuticas de comprimento e 3 milhas náuticas de largura.
Informações detalhadas em inglês e russo sobre o modus operandi do corredor humanitário marítimo são transmitidas diariamente a cada 15 minutos em rádio VHF em 14 e 16 canais internacionais em inglês e russo.
Ao mesmo tempo, as autoridades de Kiev continuam a evitar o contato com representantes de Estados e empresas armadoras para resolver a questão de garantir a passagem segura de embarcações estrangeiras para águas internacionais.
As minas ucranianas à deriva ao longo das costas dos estados do Mar Negro permanecem um perigo para a navegação
A Federação Russa está adotando uma ampla gama de medidas abrangentes para garantir a segurança da navegação civil nas águas do Mar Negro e do Mar de Azov.”

Há largas porções deste comunicado que poderiam ser facilmente confirmadas ou infirmadas se ainda houvesse jornalismo sério.


A página de onde traduzi o texto citado encontra-se inacessível após várias tentativas para voltar a aceder a ela:
https://eng.mil.ru/en/special_operation/news/more.htm?id=12422474@egNews
Mas o mais provável é que não consiga abrir apenas por causa da qualidade da minha ligação.

domingo, 12 de janeiro de 2020

vitimas e algozes não deveriam ter cor

Embora já tenha lido várias explicações (até uma em que os investigadores colocam a hipótese de morte em consequência de queda induzida por coma alcoólico), aparentemente o jovem cabo-verdiano que está na origem de várias manifestações “antirracistas” foi efetivamente vítima de um crime de carácter racista.
Perpetrado por um bando de ciganos.* Como aqui se explica detalhadamente:

O assassínio de Giovani e os racismos

Já quanto ao assassinato de um jovem português, alegadamente perpetrado por três jovens guineenses em Lisboa, não creio que tenha tido motivações racistas. O rapaz não concordou com o assalto que lhe estavam a fazer e foi esfaqueado mortalmente. "Só" isso.

Vitimas e algozes não deveriam ter cor.

Mas porque o crime de Bragança  foi imediatamente descrito por parte da militância marxista-gramsciana – constituída invariavelmente por brancos da alta burguesia com relações privilegiadas junto do poder político, da classe jornalística e das universidades - como um crime inspirado pelo racismo (implicitamente do “povo português”, dos “brancos”)** é necessário contrapor e diferenciar devidamente estes dois casos.



O primeiro, o da pergunta, aparentemente não tinha causa além do racismo. Decorreu na sequência de uma cilada (devidamente descrita no blog linkado). Para desgraça destes perigosos cínicos, adeptos da revolução através da prática do marxismo cultural, tudo sugere que foi um crime perpetrado por uma das tribos que lhes são mais úteis nesse seu projeto de fragmentar o que ainda remanesce da nossa identidade coletiva. De modo a levar a cabo os seus “amanhãs que cantam".

Esta gente é perigosa, mais perigosa do que assaltantes armados com facas.

__________________________
*Uma cultura, não uma raça, como frequentemente se pretende e como acredita o idiota do Chega. Uma cultura profundamente racista, como toda a gente sabe, embora não se possa dizer.  Porque isso é racismo…
 ** Quem é que ainda não ouviu estes burgueses internacionalistas  a guinchar que “os portugueses são racistas”?