Não doutores, não é nada disso.
O doutor costa nunca me foi suspeito de ir à lata das bolachas.
Vê ir, apenas isso.
Porque - a acreditar em fonte miserável, é certo... - nasceu rico em herança de avô no comércio de especiarias. Sim, não é sarcasmo, seria do mais rasca que a imaginação consente se assim fosse.
E no conforto dessa vantagem, da vantagem de ser rico ou remediado, imagino-o a sorrir interiormente.
Das necessidades dos camaradas. Como, à sua maneira, sorria aquele personagem de Patrick Süskind que nasceu sob uma banca de peixe. Também o doutor costa em criança tinha o hábito de ficar sob a mesa de família durante as refeições. Li já não sei onde.
Lugar privilegiado para ouvir os comensais e cheirá-los sem escrutínio de rosto.
Não, não tem nada a ver com dinheiro, doutores.
É a glória, a glória de "ir para a Europa" e ser "chefe"....
Mostrar mensagens com a etiqueta antónio costa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta antónio costa. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 18 de junho de 2024
quinta-feira, 5 de outubro de 2023
o 5 de outubro
Faz algumas horas tropecei aqui num texto com dois dias em que a autora invocava as manifestações nas ruas de Bucareste que mobilizaram dezenas de milhares de cidadãos contra a corrupção dos seus políticos.
Faz uns dias, uma coisa chamada "polígrafo", a pretexto dos gigantescos prejuízos (dezenas de milhares de milhões) financeiros que decorriam da corrupção no nosso país no ano de 2018, confrontado com a credibilidade da fonte, declarou que o "índice de percepção da corrupção" era "preferível" - "Preferimos" foi a palavra usada.
Nunca vou esquecer a inveja que senti em relação ao povo romeno que por todo o país e nas maiores cidades se manifestou nas ruas exigindo a punição dos políticos corruptos .
Evidentemente, a corrupção não terá sido completamente erradicada. Em lugar nenhum isso acontece. Mas é de supor que os políticos romenos tenham sido ajudados a recordar o fim do casal Ceausescu. Que também começou com manifestações rigorosamente iguais.
Por cá, o doutor costa declara que “fala com muita gente” e sente que esse não é assunto que lhes interesse; limita-se a recomendar a cada novo caso que “deixemos a justiça funcionar". E não, não são “casinhos”, são mesmo casos, coisas sórdidas, intoleráveis para qualquer pessoa normal em qualquer sociedade minimamente funcional.
Entretanto a Roménia, há pouco tempo chegada da miséria a que Ceausescu a tinha sujeitado, já nos passou em vários indicadores económicos. E bem podem alguns influencers/jornalistas guinchar que não, não é bem assim. É.
Na rádio, ouvi comentar que este ano a comissão de festas decidiu deixar o povo um pouco mais afastado dos celebrantes do regime. Coisa escusada, não têm nada que recear pela sua segurança. Podem continuar. O nosso povo é assim, tem sido assim. De afonso costa - o primeiro dos ladrões que hoje fizeram a sua festa - até antónio costa.
Faz uns dias, uma coisa chamada "polígrafo", a pretexto dos gigantescos prejuízos (dezenas de milhares de milhões) financeiros que decorriam da corrupção no nosso país no ano de 2018, confrontado com a credibilidade da fonte, declarou que o "índice de percepção da corrupção" era "preferível" - "Preferimos" foi a palavra usada.
Nunca vou esquecer a inveja que senti em relação ao povo romeno que por todo o país e nas maiores cidades se manifestou nas ruas exigindo a punição dos políticos corruptos .
Evidentemente, a corrupção não terá sido completamente erradicada. Em lugar nenhum isso acontece. Mas é de supor que os políticos romenos tenham sido ajudados a recordar o fim do casal Ceausescu. Que também começou com manifestações rigorosamente iguais.
Por cá, o doutor costa declara que “fala com muita gente” e sente que esse não é assunto que lhes interesse; limita-se a recomendar a cada novo caso que “deixemos a justiça funcionar". E não, não são “casinhos”, são mesmo casos, coisas sórdidas, intoleráveis para qualquer pessoa normal em qualquer sociedade minimamente funcional.
Entretanto a Roménia, há pouco tempo chegada da miséria a que Ceausescu a tinha sujeitado, já nos passou em vários indicadores económicos. E bem podem alguns influencers/jornalistas guinchar que não, não é bem assim. É.
Na rádio, ouvi comentar que este ano a comissão de festas decidiu deixar o povo um pouco mais afastado dos celebrantes do regime. Coisa escusada, não têm nada que recear pela sua segurança. Podem continuar. O nosso povo é assim, tem sido assim. De afonso costa - o primeiro dos ladrões que hoje fizeram a sua festa - até antónio costa.
Etiquetas:
5 de outubro,
Afonso Costa,
antónio costa,
corrupção,
manifestações,
Roménia
quinta-feira, 6 de janeiro de 2022
helicóptero da sic
Ainda me lembro do tempo em que um ministro - do partido errado, certamente - era sumariamente despedido nos jornais por meter uma cunha para a filha entrar na faculdade. E bem.
Quando um oponente vier a ter a coragem de lhe dizer algo que se assemelhe a isto, creio que a escalada do abstencionismo poderá um dia ser revertida.
____________________________
Etiquetas:
abstenção,
antónio costa,
corrupção,
dívida publica,
nepotismo,
socialismo
segunda-feira, 13 de dezembro de 2021
helicóptero da sic
Eu acho que era em “Asterix na Córsega”. Os gajos votavam, depois atiravam as urnas ao mar e governava o chefe que já tinha sido “eleito” do mesmo modo. Mas não tenho a certeza e roubaram-me os álbuns. Alguém se lembra?
Etiquetas:
"democracia" portuguesa,
antónio costa,
eleições
helicóptero da sic
Se alguém conhecer um jornalista “acreditado junto do primeiro-ministro em funções”, por favor, peçam-lhe que pergunte ao candidato a primeiro-ministro se essa coisa dispendiosa das eleições é mesmo necessária ao regular funcionamentodas instituições.
Obrigado.
Etiquetas:
"democracia" portuguesa,
antónio costa,
democracia,
eleições
segunda-feira, 15 de novembro de 2021
rui rio a fazer oposição
Sempre que aquele desgraçado do Rui Rio abre a boca a namorar o Costa - e a criatura não sabe fazer mais nada... -, lembro-me deste.
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
helicóptero da sic
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
helicóptero da sic
segunda-feira, 27 de abril de 2020
helicóptero da sic
foto: jornal de negócios
O doutor António Costa: “Podem estar seguros que não adotarei a austeridade de 2011”
O nº 2 do 44 avança sem medo.
Nenhum dos senhores jornalistas - mano, prima ou quem quer que seja o senhor jornalista -, o vai confrontar com um "-Chama-lhe um apito e sopra-me".
Viva o 25 e a brigada do reumático!
Etiquetas:
"poucachinho",
antónio costa,
austeridade,
doutor Costa,
jornalistas,
nº 2 do 44
sexta-feira, 27 de março de 2020
helicóptero da sic
Como todo o bom socialista, o camarada doutor costa, na sua bela voz de barítono, acha "repugnante" que o dinheiro dos outros não seja da cooperativa.
quinta-feira, 19 de março de 2020
helicóptero da sic
O doutor Costa responde a um jornalista:
“-Bom, que eu saiba o estado não é produtor de bens de proteção individual….”
Bom, mas é proprietário de uma companhia aérea…
Ainda se podem fazer reversões? É que os 100 milhões de prejuízos da companhia aérea que o contribuinte vai ter de pagar, agora davam jeitinho.
“-Bom, que eu saiba o estado não é produtor de bens de proteção individual….”
Bom, mas é proprietário de uma companhia aérea…
Ainda se podem fazer reversões? É que os 100 milhões de prejuízos da companhia aérea que o contribuinte vai ter de pagar, agora davam jeitinho.
terça-feira, 3 de março de 2020
helicóptero da sic
O tiririca confessa que chegou a pensar ir dar beijinhos aos infetados nos hospitais. Achou, contudo, que era mais avisado deixar o protagonismo ao dr. Costa.
Interpelado acerca do assunto, o dr. Costa declarou entre dentes e no seu português ininteligível qualquer coisa como "cagandafilhodaputa..."
"Tinha um ar cansado", acrescentou o pivô da sic.
Interpelado acerca do assunto, o dr. Costa declarou entre dentes e no seu português ininteligível qualquer coisa como "cagandafilhodaputa..."
"Tinha um ar cansado", acrescentou o pivô da sic.
domingo, 27 de janeiro de 2019
“caneco de cú lavado”
Personagens e intérpretes: António Costa, Assunção Cristas.
O primeiro é caneco de cú lavado. A segunda é de verbo escorrido mas sem ideias. Vem de ser a dona da coisa por via da portentosa vaidade de Paulo Portas, um gabiru que sabe tudo acerca de submarinos, de corrompidos por aqui em breeze e de corruptores condenados lá pelas alemanhas. 60.000 fotocópias levadas do mistério da defesa e faturadas ao contribuinte, para alguma coisa hão de servir.
Nuno Melo – que arruma em bidões de ácido o mais afoito dos oponentes (até faz pena ver a figura em que aloja os BE e PCP que lhe calham de frente…) -, deixaria uma imagem pálida, esborratada, menor, desinteressante de Paulo Portas. Apenas e só por presunção – que o país se foda, digamos assim -, fez-se suceder pela serigaita da Assunção Cristas, sempre a parecer que está a acabar de chegar da feira do cavalo da Golegã, a modos que uma Cristina, saloia da Malveira, mas em arremedos de quem pensa na pátria.
Ora o que pensou o caneco que perdeu a eleição por “poucachinho” e anavalhou o seu predecessor a pretexto de que havia ganhado umas eleições por “poucachinho” (sic) ? - Anular o Rio das gincanas, fazendo de conta que o psd o deixa impante e fazendo que se passa com a Cristas.
E é isto em que a pátria vai indo: canecos de cú lavado e moçoilas acabadas de chegar da feira do cavalo da Golegã por via de vaidades.
Sou muito bem capaz de estar a atribuir uma estratégia política a António Costa - ao eriçar-se com Cristas ao exagero, por contraste com a quase indiferença que dedica à oposição do partido mais votado para o dar a ver sem verdadeiro significado político ou, pelo menos, politicamente diminuído. Afinal de contas, Costa pode realmente sentir um enorme rancor em relação à doutora Cristas. Calhou estar no carro quando pelo rádio difundiam o debate parlamentar e ouvi em direto. Ocorreu-me agora que talvez Cristas tenha realmente uma técnica infalível para o fazer perder a cabeça: a qualquer pretexto lembrando Costa de que foi o nº 2 do 44. É que foi exatamente o que aconteceu momentos antes de ele se passar da cabeça.
O primeiro é caneco de cú lavado. A segunda é de verbo escorrido mas sem ideias. Vem de ser a dona da coisa por via da portentosa vaidade de Paulo Portas, um gabiru que sabe tudo acerca de submarinos, de corrompidos por aqui em breeze e de corruptores condenados lá pelas alemanhas. 60.000 fotocópias levadas do mistério da defesa e faturadas ao contribuinte, para alguma coisa hão de servir.
Nuno Melo – que arruma em bidões de ácido o mais afoito dos oponentes (até faz pena ver a figura em que aloja os BE e PCP que lhe calham de frente…) -, deixaria uma imagem pálida, esborratada, menor, desinteressante de Paulo Portas. Apenas e só por presunção – que o país se foda, digamos assim -, fez-se suceder pela serigaita da Assunção Cristas, sempre a parecer que está a acabar de chegar da feira do cavalo da Golegã, a modos que uma Cristina, saloia da Malveira, mas em arremedos de quem pensa na pátria.
Ora o que pensou o caneco que perdeu a eleição por “poucachinho” e anavalhou o seu predecessor a pretexto de que havia ganhado umas eleições por “poucachinho” (sic) ? - Anular o Rio das gincanas, fazendo de conta que o psd o deixa impante e fazendo que se passa com a Cristas.
E é isto em que a pátria vai indo: canecos de cú lavado e moçoilas acabadas de chegar da feira do cavalo da Golegã por via de vaidades.
Sou muito bem capaz de estar a atribuir uma estratégia política a António Costa - ao eriçar-se com Cristas ao exagero, por contraste com a quase indiferença que dedica à oposição do partido mais votado para o dar a ver sem verdadeiro significado político ou, pelo menos, politicamente diminuído. Afinal de contas, Costa pode realmente sentir um enorme rancor em relação à doutora Cristas. Calhou estar no carro quando pelo rádio difundiam o debate parlamentar e ouvi em direto. Ocorreu-me agora que talvez Cristas tenha realmente uma técnica infalível para o fazer perder a cabeça: a qualquer pretexto lembrando Costa de que foi o nº 2 do 44. É que foi exatamente o que aconteceu momentos antes de ele se passar da cabeça.
Etiquetas:
antónio costa,
assunção cristas,
estratégia política,
racismo
sábado, 24 de setembro de 2016
p. 48 (notas de leitura)
Saraiva pergunta-se se António Costa acreditaria mesmo na inocência de José Sócrates: “Fazia algum sentido ele comparar a situação de Sócrates à das pessoas ‘escutadas’ no tempo da ditadura? Acharia ele que Sócrates era um perseguido político? Se achava, tudo fazia sentido. Mas se não achava, tudo isto era um exercício de cinismo. Uma encenação.”
Etiquetas:
antónio costa,
José António Saraiva,
José Sócrates
Subscrever:
Mensagens (Atom)


