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segunda-feira, 27 de abril de 2020
helicóptero da sic
foto: jornal de negócios
O doutor António Costa: “Podem estar seguros que não adotarei a austeridade de 2011”
O nº 2 do 44 avança sem medo.
Nenhum dos senhores jornalistas - mano, prima ou quem quer que seja o senhor jornalista -, o vai confrontar com um "-Chama-lhe um apito e sopra-me".
Viva o 25 e a brigada do reumático!
sexta-feira, 27 de março de 2020
helicóptero da sic
Como todo o bom socialista, o camarada doutor costa, na sua bela voz de barítono, acha "repugnante" que o dinheiro dos outros não seja da cooperativa.
quinta-feira, 19 de março de 2020
helicóptero da sic
O doutor Costa responde a um jornalista:
“-Bom, que eu saiba o estado não é produtor de bens de proteção individual….”
Bom, mas é proprietário de uma companhia aérea…
Ainda se podem fazer reversões? É que os 100 milhões de prejuízos da companhia aérea que o contribuinte vai ter de pagar, agora davam jeitinho.
“-Bom, que eu saiba o estado não é produtor de bens de proteção individual….”
Bom, mas é proprietário de uma companhia aérea…
Ainda se podem fazer reversões? É que os 100 milhões de prejuízos da companhia aérea que o contribuinte vai ter de pagar, agora davam jeitinho.
terça-feira, 3 de março de 2020
helicóptero da sic
O tiririca confessa que chegou a pensar ir dar beijinhos aos infetados nos hospitais. Achou, contudo, que era mais avisado deixar o protagonismo ao dr. Costa.
Interpelado acerca do assunto, o dr. Costa declarou entre dentes e no seu português ininteligível qualquer coisa como "cagandafilhodaputa..."
"Tinha um ar cansado", acrescentou o pivô da sic.
Interpelado acerca do assunto, o dr. Costa declarou entre dentes e no seu português ininteligível qualquer coisa como "cagandafilhodaputa..."
"Tinha um ar cansado", acrescentou o pivô da sic.
domingo, 27 de janeiro de 2019
“caneco de cú lavado”
Personagens e intérpretes: António Costa, Assunção Cristas.
O primeiro é caneco de cú lavado. A segunda é de verbo escorrido mas sem ideias. Vem de ser a dona da coisa por via da portentosa vaidade de Paulo Portas, um gabiru que sabe tudo acerca de submarinos, de corrompidos por aqui em breeze e de corruptores condenados lá pelas alemanhas. 60.000 fotocópias levadas do mistério da defesa e faturadas ao contribuinte, para alguma coisa hão de servir.
Nuno Melo – que arruma em bidões de ácido o mais afoito dos oponentes (até faz pena ver a figura em que aloja os BE e PCP que lhe calham de frente…) -, deixaria uma imagem pálida, esborratada, menor, desinteressante de Paulo Portas. Apenas e só por presunção – que o país se foda, digamos assim -, fez-se suceder pela serigaita da Assunção Cristas, sempre a parecer que está a acabar de chegar da feira do cavalo da Golegã, a modos que uma Cristina, saloia da Malveira, mas em arremedos de quem pensa na pátria.
Ora o que pensou o caneco que perdeu a eleição por “poucachinho” e anavalhou o seu predecessor a pretexto de que havia ganhado umas eleições por “poucachinho” (sic) ? - Anular o Rio das gincanas, fazendo de conta que o psd o deixa impante e fazendo que se passa com a Cristas.
E é isto em que a pátria vai indo: canecos de cú lavado e moçoilas acabadas de chegar da feira do cavalo da Golegã por via de vaidades.
Sou muito bem capaz de estar a atribuir uma estratégia política a António Costa - ao eriçar-se com Cristas ao exagero, por contraste com a quase indiferença que dedica à oposição do partido mais votado para o dar a ver sem verdadeiro significado político ou, pelo menos, politicamente diminuído. Afinal de contas, Costa pode realmente sentir um enorme rancor em relação à doutora Cristas. Calhou estar no carro quando pelo rádio difundiam o debate parlamentar e ouvi em direto. Ocorreu-me agora que talvez Cristas tenha realmente uma técnica infalível para o fazer perder a cabeça: a qualquer pretexto lembrando Costa de que foi o nº 2 do 44. É que foi exatamente o que aconteceu momentos antes de ele se passar da cabeça.
O primeiro é caneco de cú lavado. A segunda é de verbo escorrido mas sem ideias. Vem de ser a dona da coisa por via da portentosa vaidade de Paulo Portas, um gabiru que sabe tudo acerca de submarinos, de corrompidos por aqui em breeze e de corruptores condenados lá pelas alemanhas. 60.000 fotocópias levadas do mistério da defesa e faturadas ao contribuinte, para alguma coisa hão de servir.
Nuno Melo – que arruma em bidões de ácido o mais afoito dos oponentes (até faz pena ver a figura em que aloja os BE e PCP que lhe calham de frente…) -, deixaria uma imagem pálida, esborratada, menor, desinteressante de Paulo Portas. Apenas e só por presunção – que o país se foda, digamos assim -, fez-se suceder pela serigaita da Assunção Cristas, sempre a parecer que está a acabar de chegar da feira do cavalo da Golegã, a modos que uma Cristina, saloia da Malveira, mas em arremedos de quem pensa na pátria.
Ora o que pensou o caneco que perdeu a eleição por “poucachinho” e anavalhou o seu predecessor a pretexto de que havia ganhado umas eleições por “poucachinho” (sic) ? - Anular o Rio das gincanas, fazendo de conta que o psd o deixa impante e fazendo que se passa com a Cristas.
E é isto em que a pátria vai indo: canecos de cú lavado e moçoilas acabadas de chegar da feira do cavalo da Golegã por via de vaidades.
Sou muito bem capaz de estar a atribuir uma estratégia política a António Costa - ao eriçar-se com Cristas ao exagero, por contraste com a quase indiferença que dedica à oposição do partido mais votado para o dar a ver sem verdadeiro significado político ou, pelo menos, politicamente diminuído. Afinal de contas, Costa pode realmente sentir um enorme rancor em relação à doutora Cristas. Calhou estar no carro quando pelo rádio difundiam o debate parlamentar e ouvi em direto. Ocorreu-me agora que talvez Cristas tenha realmente uma técnica infalível para o fazer perder a cabeça: a qualquer pretexto lembrando Costa de que foi o nº 2 do 44. É que foi exatamente o que aconteceu momentos antes de ele se passar da cabeça.
sábado, 24 de setembro de 2016
p. 48 (notas de leitura)
Saraiva pergunta-se se António Costa acreditaria mesmo na inocência de José Sócrates: “Fazia algum sentido ele comparar a situação de Sócrates à das pessoas ‘escutadas’ no tempo da ditadura? Acharia ele que Sócrates era um perseguido político? Se achava, tudo fazia sentido. Mas se não achava, tudo isto era um exercício de cinismo. Uma encenação.”
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